Escrevo para quem é, foi ou será triste. Se triste é meu léxico, não há por que negar-lhe a natureza. Sendo ou deixando de ser triste, sigo trotando letras que inexistem em alfabetos, greco-romanos, cirílicos, proscritos... belas letras não me impressionam mais.
29 de setembro de 2007
sábado, 29 de setembro de 2007
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Andrea
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Abraço
Abraços.
De um amor
abraço. Por um seu
abraço,
ando nu, vivo sem
tudo que me diz:
EU.
Sem ser mais só, eu,
sou todos nós,
em nossos e seus
abraços.
29 de setembro de 2007
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Andrea
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19:34
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sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Unicamp, aqui vou eu!
Muita alegria e uma enxaqueca que se dissolve instantaneamente: acabei de saber que passei na seleção para o doutorado em Teoria e História Literária na Unicamp! Eu nem sei o que escrever, ainda estou completamente confusa, mas queria agradecer, aqui, a todos os amigos que, de perto ou de longe, me ajudaram na realização deste sonho: Profa. Cida, Profa. Maria José Palo e Profa. Sílvia, maiores incentivadoras e exemplos inspiradores; Prof. Bruno, Prof. Franscisco Foot e Prof. Vadim Kopyl, pela atenção e grande apoio; minha querida amiga Vé, por compartilhar os mesmos sonhos e o mesmo amor pela literatura; meu marido, meus pais e minha irmã, pela torcida, pela paciência e pelo estímulo constantes.
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Andrea
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11:15
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quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Link

Há um link para flores, na fresta entre o caderno de economia e as ofertas de emprego.
Se puder, clique e dissolva-se no ar orvalhado das primeiras manhãs, molhando as pontas dos cabelos nas pétalas frescas.
Se não houver tempo, salve agora nos favoritos e retorne... breve e sempre.
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Andrea
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13:46
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Marcadores: Poesia
Tudo que é sólido desmancha no ar.
A modernidade e suas questões são assuntos recorrentes nas mais diferentes situações, o que acaba banalizando seus conceitos, achatando seus sentidos. Marshal Berman, em "Tudo que é sólido desmancha no ar", dá vida nova aos múltiplos significados da modernidade, partindo do período de seu surgimento, no início do século XVI, até o século XX, passando por suas manifestações artísticas, literárias, arquitetônicas, estéticas e políticas numa linguagem leve e instigante.
Escrito originalmente em 1982 e relançado neste ano em edição de bolso (precinho ótimo) pela Cia. das Letras, o livro é delicioso de se ler e muito importante pra gente entender um pouco melhor as contradições da vida. Estou lendo e adorando! Recomendo.
BERMAN. M. Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade. São Paulo: Cia. das Letras, 2007.
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Andrea
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07:06
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Marcadores: Dica
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Tripartida

Enquanto entro no ônibus das sete, você permanece na casa cinco e ela presa no vão dos tacos, soltos, do corredor de entrada... ou de saída?
Para onde, se qualquer saída nos leva à entrada de um prédio incompleto: paredes dão para portas, entre janelas semi-cerradas, curvas em que derrapa-se a 100 quilômetros por hora.
O asfalto é escorregadio, a areia profunda e a terra é lama do que poderia ter brotado, de tanta semente jogada a céu-concreto.
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Andrea
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11:35
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Marcadores: Poesia
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Under Pressure
De volta ao trabalho, sem tempo pra escrever no blog, pouco tempo pra escrever tudo o que é preciso no trabalho... ouvindo Under Pressure, Queen e Bowie. Perfeito.
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Andrea
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10:38
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