Enquanto eu posso
Sigo,
Passos
Que não foram meus.
Antes,
Passavam outros,
Tantos
Deixaram-se ir.
Não sei todos os caminhos.
Sigo
As letras, placas,
Percalços já percorridos,
Repito.
Carrego trôpegos sonhos,
Nas pernas que me foram dadas,
Ando,
Sigo,
Sorriso,
Enquanto eu posso
2007
Cêra Isa
Há 8 anos
5 comentários:
É bom ter ler de volta!
Oi Ravs ;-} Também é bom revê-lo por aqui, valeu.
Andréa, nos tempos em que poemas são como bundas, surrealismo significa escrever qualquer coisa sem sentido e na prateleira de filosofia encontramos Paulo Coelho, foi muito bom encontrar as suas poesias. Li poucas, lerei as outras. Outros abraços.
Olá Andrea,
Li-a no releituras.
Elogiei-a.
Você me respondeu, dando este endereço.
Minha cara, você é fina não só nas palavras soltas, mas no conjunto.
Tens talento.
Escreva sempre.
Um abraço!
Irineu Tolentino
Sempre me surpreendo com sua poesia!
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