
Em dias de melancolia cinza, pensar em Audrey Hepburn me inspira, ajuda a ter uma dimensão real da vida, me faz bem.
Ler sobre Audrey - seu trabalho pelas crianças na Unicef, o legado que deixou vivo por meio do Audrey Hepburn Children´s Fund -, ou simplesmente olhar fotos dela, tem um efeito purificador sobre mim e, acredito eu, sobre milhares de pessoas, já que o carisma de Audrey é inquestionável.
Pra quem quiser experimentar o efeito Audrey: www.audreyhepburn.com
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Audrey Hepburn
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Andrea
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Flip 2008
Segundo matéria da Ilustrada de ontem, a Flip 2008 vai homenagear Machado de Assis. Imperdível: de 02 a 06 de julho, em Paraty. Quem quiser mais informações: www.flip.org.br
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10:12
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terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Na valise de Cortázar
Estou tardiamente descobrindo Cortázar, sempre tão citado mas ainda novo para mim. Comecei ontem à noite, pela página 227 de "Valise de Cronópio", no ensaio "Do conto breve e seus arredores". Já armada de disposição e coragem para superar as possíveis dificuldades do primeiro contato com o pensamento cortaziano, acabei me deliciando com um texto brilhante, não só pela complexidade das idéias, mas pelo talento expressivo, pelo tom carismático e humorado que permeia a linguagem do autor, dando leveza, relevo e lindas cores a raciocínios complexos sobre criação literária.
Adoro a descrição que Cortázar faz do estranhamento, de um posicionamento além da normalidade, que o autor assume no ato da criação de um conto. A postura do narrador, como uma das personagens, contando uma história que interessa, em primeiro lugar, aos habitantes do universo da exegese, do vida vivida no texto, me lembra muito os conceitos de autoria de Bakhtin, do autor que atua não como Deus, mas como um organizador de consciências equipolentes, autônomas e inacabadas (enquanto seres vivos).
Eu estou amando Cortázar e devo continuar, esta noite, mergulhando na "Valise de Cronópio". Recomendo!
CORTÁZAR, Julio. "Valise de Cronópio". São Paulo: Perspectiva, 2006.
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Andrea
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Cinzas de um amor escrito e vivido.
Um dia antes de morrer, um móvel trancado à chave, mantido sob sua cama, foi entregue aos cuidados de uma amiga com expressas recomendações de Machado de Assis para que seu conteúdo fosse queimado assim que ele morresse. O móvel guardava toda a correspondência trocada entre Machado e Dona Carolina, sua esposa, além de um pedaço do véu, a grinalda e os sapatos de cetim usados pela noiva no dia do casamento.
A vontade de Machado foi cumprida. Apenas um carta completa e um trecho de outra foram poupados e posteriormente divulgados pela família da esposa, provavelmente por terem sido esquecidos ou guardados, por equívoco, fora do móvel.
Ontem à noite, antes de dormir, li esses trechos da correspondência em "Machado de Assis", de Lúcia Miguel Pereira. Lindos.
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05:50
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
2008

O ano só será novo se nós nos renovarmos. E a verdaderia renovação só acontece de dentro para fora. Estou me empenhando para, efetivamente, começar um ano novo aqui dentro e espero que ele seja fresco, intenso, amoroso e feliz.
De dentro do meu coração para o seu. Feliz 2008.
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Andrea
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03:44
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