Acabei de ler "O amante", de Marguerite Duras, da coleção Mulheres Modernistas lançada pela Cosac&Naif (um achado em promoção na Siciliano, por 19,90!)
É daqueles romances que já na primeira frase te puxa pra dentro de um universo narrado, poético, velado, estranho. Aliás, estranhamento é uma constante num texto cheio no qual nada é estável ou coerente. Sobre essa peculiaridade da escrita durasiana, o posfácio de Leyla Perrone-Moisés é bastante esclarecedora e enriquece muito a edição da Cosac&Naif. Recomendo!
Cêra Isa
Há 8 anos
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